NextCast 32: iPhone, iPad e iCópia

NextCast 32: iPhone, iPad e iCópia

NextCast 32: iPhone, iPad e iCópia

Apple no dia 9 de Setembro apresentou seus principais lançamentos do ano: a nova Apple TV, o iPhone 6S e o iPad Pro. Inovação da Apple ou cópia? Quais os principais diferenciais dos novos produtos frente á concorrência e qual o veredito final de seguidores de Redmond às novidades de Cupertino?

Confira as opiniões e o recalque do Fábio Teixeira, Brunno Pleffken, Filipe Machado e Vitor Norton no NextCast 32.

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  • 00:00:00 Introdução
  • 00:01:17 Emails e comentários
  • 00:18:17 A nova Apple TV
  • 00:41:51 O iPhone 6S mudou tanto assim?
  • 00:48:04 O iPad Pro é sinônimo de produtividade?
  • 01:18:45 Erros de Gravação

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14 Comentários
  1. Marcio Vianna 2 anos atrás

    Boa tarde. Considero que antes de realizar críticas os críticos deveriam refletir sobre as propostas da Apple apresentadas no último dia 9. Antes de tudo, eu escrevo no Windows Team, então essa não é uma opinião de um fanboy.
    1.º A premissa de todos os novos produtos baseiam-se no poder de processamento da linguagem de programação Swift, que ao leigo entenda que essa passou a ser uma M.D.C entre as plataformas Arm.v8 e X–64, e o compilador Clang. Quem não entende isso, talvez fique rodeando e não encontrando respostas para as novas propostas de Cupertino, como ficaram explícitas nesse NextCast.
    2.º Um código-fonte reescrito originalmente da linguagem Objective-C para Swift passa a compartilhar seus recursos entre os diversos equipamentos da Apple, estejam eles rodando OSX ou iOS. Para a reescritura, Dr. Kamaleon desenvolveu o programa iSwift, disponível em iswift.org. Então, está fácil realizar tal ação. O interesse tem sido constante, pois desde o lançamento esse software aumenta um dólar por mês.
    Então partindo dessas duas premissas, podemos analisar esses produtos.
    1º. Apple TV: sim é um console e uma central multimídia. Quais seriam seus diferenciais? Primeiro, cross buy. O consumidor realiza apenas uma aquisição e poderá desfrutar de seu game em qualquer equipamento com iOS 9. A título ilustrativo, a Apple TV será o vídeo game e o iPhone passará a ser o mini game. Com um gigante diferencial: você compra apenas uma vez seu game e a preços muitos inferiores aos títulos de PlayStation e XBox. Clang já é utilizado pela própria Sony para compilar os títulos de PlayStation desde o final do ano passado. Logo, todos os títulos desenvolvidos para PlayStation poderão ser disponibilizados na Apple TV, desde que, claro, não exista contrato de exclusividade. É ou não um diferencial?
    2º. Gostando ou não, Swift permite a chegada aos iOS dos códigos do OSX. Logo, iPhone e iPad nunca foram tão “Pro” quanto antes. A título ilustrativo, vejam os softwares disponíveis para iOS vindos do OSX que até hoje não chegaram na plataforma móvel do Windows de grandes estúdios de programação: Abby Fine Reader; Pinacle Studio, Pixelmaltor, e eu poderia citar diversos outros, todos eles autênticos programas profissionais.
    3.º Sim iPad Pro não é um produto acabado em seus lançamento, mas ao se converter seu código profissional do OSX para Swift esse mesmo poderá ser executado no iOS e o iPad passa a ter a mesma eficiência do MacBook Pro. É o mesmo código com os mesmos recursos que você utiliza no iMac.
    4.º Explorador de arquivos? Bom, essa só é uma questão levantada mesmo por aqueles que não têm intimidade com os produtos da Apple. Por acaso, senhores críticos, vocês conhecem os programas iMazing – disponível para OSX e Windows Vista ou posterior – e FileApp – disponível para iOS? iMazing permite a transferência de arquivos entre iOS devices e seu computador via cabo USB através do cabo Lightthing livremente. Simplificando, trabalha da mesma forma que o explorador de arquivos trabalha entre o Windows Phone e o Windows Computer, é arrastar e soltar, copiar e colar, para qualquer espécie de arquivos. FileApp é a versão do Finder, o explorador de arquivos do Mac, para iOS. Sim você copia, cola, altera sua localização e etc tudo livremente.
    5.º Apple caneta tenta alterar o paradigma de uso do iPad. Você descarta o uso do teclado, tanto que sequer foi muito abordado na apresentação, e passa a fazer uso somente do ato de escrever a mão livre, através do Lápis e do teclado para iOS disponível gratuitamente na App Store MyScript Stylus. Então, o Teclado físico passa a ser substituído pelo Lápis, o Trackpad pela função trackpad disponível no iOS 9, tocar com dois dedos simultâneos na área de teclado. Agora, você tem um equipamento profissional que pode ser utilizado em qualquer ambiente e posição de uso, inclusive em pé. Ah, e o melhor iPad não é esse Pro, pois esse é muito pesado e pouco móbil, mas a próxima versão do iPad 9,7″ com suporte a caneta digital.
    Antes de tecermos críticas, temos primeiramente de refletir as propostas apresentadas e quais sua introdução e aptidão à vida do usuário, mas não podemos nos precipitar em tentar descaracterizar a utilidade dos produtos, como foi feita nesse PodCast. Todos temos direitos de escolher nossas aquisições, mas daí a forçar a barra aos produtos que utilizamos ou que temos afeição já é uma postura parcial, incondizente com qualquer crítica pública. Quem tem razão? O mercado, ele irá dizer o que é bom ou não. Fica a dica. Abraço a todos.

    • Fabio Teixeira 2 anos atrás

      Marcio, ótimo comentário, não sei se vamos conseguir colocar ele no bloco de Feedbacks do próximo NextCast devido ao tamanho do texto, pois resumir ele poderia perder o contexto, mas acho que vale então eu responder aqui.

      Sobre os Pontos 1 e 2 no começo do texto. Muita tecnicalidade, muito detalhe por debaixo dos panos, mas nada que justifique comercialmente o produto. Mudar do ObjectiveC para Swifit e tudo isso que falou ainda não justificam o lançamento de um produto. Linguagem de programação é um meio e não o objetivo, independente de o quão poderosa seja a linguagem.

      Sobre Apple TV: CrossBuy já existe no ChromeCast, na realidade nem precisa existir, visto que o ChromeCast utiliza o que você tem no seu Smartphone e Tablet na sua TV sem precisar comprar um Device novo, com o Chromecast você utiliza o que você já tem, além do que isso também estará disponível no Xbox One esse ano com a atualização para Windows 10. Sobre a Sony colocar o conteúdo dela na Apple TV, vale lembrar que a Apple TV não tem o poder de processamento de um Vídeo Game, o que imposibilita titulos AAA de serem portados, e titulos Indie dependem do desenvolvedor e não da Sony (na maioria das vezes). Mesmo com seus pontos válidos eu ainda não acho que existe um diferencial que justifique.

      Sobre o iPad Pro, tudo que você falou ai está mais ligado em desenvolvimento do que em qualquer outro pilar e de modo geral, mas uma coisa é fato, todas as melhorias que você falou fazem o iPad Pro ser quase um computador, mas esse quase ainda faz a diferença e num mundo em que você pode fazer muito mais por muito menos (trocar um iPad Pro por um notebook qualquer, inclusive Apple). Isso continua me levando ao meu argumento final, você ta com a grana suficiente pra comprar o Device e ta numa Apple Store pensando em comprar um aparelho para ser produtivo. Qual você compra?

      Sobre a caneta eu concordo que é um bom produto mas é de nicho, não justifica o lançamento de um produto. Eu não vou usar, minha mãe não vai usar, minha filha não vai usar, meu chefe não vai usar. Quem vai usar são profissionais de design gráfico e esses agente concordou que talvez seja uma boa usar o iPad para desenhar. Mas isso é um nicho muito especifico para justificar uma pesquisa e desenvolvimento de Milhões de Dólares, pelo menos em minha opinião de merda.

      Bom, suas criticas ao Cast são válidas, mas todas baseadas em um mundo onde as inovações apontadas são de fato a resposta para algum problema do dia a dia e isso não é verdade, tudo que Apple apresentou é feito hoje da mesma maneira ou de maneira melhor por outros dispositivos e as vezes até mais baratos. Nesse contexto que fica o questionamento se vale a pena ou não.

      • Marcio Vianna 2 anos atrás

        Fábio Teixeira. Primeiramente, parabenizo-o pelo seu trabalho e ainda mais por sua maturidade de perceber que as críticas não foram de forma alguma à pessoa, mas tão apenas ao raciocínio apresentado. Parabéns!
        Fábio, sou usuário Apple há bastante tempo, décadas, e essa empresa eu conheço.
        Todos os produtos da Apple são lançados seguindo a estratégia da indústria automobilística. Sempre foi assim, sempre será. Implica em dizer que o primeiro produto da linha de produção é sempre um Brand, caro à beça, mas que encanta pelo potencial e depois, geralmente entre 8 a 12 meses chegam ao mercado os produtos de grande consumo. Logo, o grande produto com um potencial acadêmico estrondoso será o Apple iPad Air 3 que, talvez, você, sua mãe e eu usaremos. Bem acessível.
        Recentemente temos o iMac 5K 27″, que não é um produto de grande mercado devido ao alto custo, mas que logo também terá a versão 21.5″ Retina, esse sim um produto de massa. Aliás, esse iMac 27″ surpreendeu a todos, pois não foi um produto de nicho, pois ele custava $2.200,00 no lançamento enquanto a versão Windows sem tela Retina, o Dell XPS 27″ custa S 2.100,00.
        o iPad Pro é apenas um Brand, pois o grande iPad “Pro” de massa será a próxima versão do iPad 9.7″. Os “desesperados” pagam o preço da inovação e do desespero. Sempre foi assim, sempre será quando abordamos Apple. O preço no Brasil, esquece é algo surreal. Vá aos países vizinhos e os traga em sua bagagem. Mais do que válido.
        Sobre a linguagem de programação… Sim ela é um meio e que meio, pois custou à Apple todo o centro de pesquisa da Universidade de Illinois e a proposta de uma linguagem de Assembly em Low Level Machine. Contratados em 2008, Chris Lattner e sua turma entregou a obra prima da computação ano passado, 2014. Agora a Maçã colhe os frutos.
        Toda a estratégia de Tim Cook passa pelo princípio de fidelização de cliente. O cara compra um produto que é bom pra caramba e durável e vai ficando com aquilo na mão. O tempo passa e daqui o cara nem percebe que está “preso” no mundinho da Maçã. Aí ela vai lançando produtos que mantêm a plataforma de desenvolvimento, o iOS, o usuário-consumidor já possui bastante títulos adquiridos e vai “ficando”. Nessa que a Apple TV tem um grande potencial. O cliente pode trazer livremente todos os produtos anteriormente adquiridos, ele “herda” de si mesmo. Aqui que o Crossbuy faz todo sentido Fábio. Você comprou o aparelho e quando ligá-lo você já terá uma enxurrada de títulos, e não como ocorre nos demais video-games, quando você compra o console e depois sai comprando os títulos. Levando em consideração que os produtos Apple estão nas mãos de pessoas com bom poder aquisitivo, não precisamos ser gênios para vislumbrar o “estrago” que esse equipamento irá fazer no mercado gamer.
        Sobre a Sony, não é a Sony que coloca seu título na Apple TV, Fábio. O Clang já é disponibilizado gratuitamente – licença MIT – pela Apple. Então qualquer produtora e programadora pode inserí-lo em sua IDE, ferramenta de programação, inclusive, caso queira, a própria Microsoft. Você poderá usar Objective-C e Swift no Microsoft Visual Studio e compilá-los tanto para Windows quanto Macintosh (iOS e OSX), repito desde que a Microsoft o insira – o projeto Ponte para iOS usa essa capacidade, só não é divulgado publicamente. Quem diria hein, a Maçã ajudando a Microsoft a sair da m… uma retribuição pela quase falência da Apple nos anos 80/90.
        Perceba que a tal “nova” Diretoria de “nova” nada têm, pois mantém os mesmos princípios financeiros da Era Ballmer. Então, está levando e muito provavelmente continuará a tomar uma surra da Apple e do Google enquanto não mudar essa postura. Perceba que na Apple tudo é disponibilizado gratuitamente para os programadores, o XCode é free, e ele apenas paga a anuidade para publicação na loja virtual e os royalties advindos das vendas. Esse ano esse valor foi unificado entre as lojas de iOS e OSX. Ou seja, a Apple fez uma unificação de lojas, claro uma resposta à Microsoft.
        Aliás, seria interessante você realizar um NexTCast sobre a razão profissional da Windows Store não ter tantos aplicativos: “Cadê o aplicativo que estava aqui?”
        Entenda, que não é o depoimento de um fã, tampouco boy, mas é uma análise de potencial de mercado. Eu só me revolto com a Microsoft quando não entendendo o seu discurso em contradição com sua prática. Ela discursa pela unificação de plataformas e mantém o desenvolvimento separado (XBox, Clássico, Runtime), me responda: vai unificar alguma coisa assim?
        Uma última: Swift e Clang compõem uma tradutora universal para as linguagens de Assembly Intel-64 e Arm. Todo código escrito em Swift ao ser compilado torna-se um código nativo em linguagem de máquina específica para a arquitetura de processamento em que será executado. Todo código Swift será executado tanto em ARM (iOS) quanto x-64 (OSX). O mesmo código no modelo de programação universal ensinado desde 2010-2011 no Github. Você compartilha os recursos de seu projeto e compõem tantas interfaces gráficas separadamente correspondente ao equipamento em que será executado. As plataformas passam a ter equivalência de potencialidade, veja quantos recursos já foram implementados pela Apple no OSX vindos do iOS. O que ela fez? Reescreveu seu código de C++ para Swift. Swift é o código universal do ambiente Macintosh.
        Abraço.

        • Deilan Nunes 2 anos atrás

          ate em apps universais a apple copiou a MS..kkk… mas esse é o futuro, e tem de copiar mesmo… agora seria interessante se o windows tbm suporta-se esses apps Swift, se não me engando recentemente a apple tornou ele open-software

          • Marcio Vianna 2 anos atrás

            Deilan, nenhuma copiou a outra quando trata-se de aplicativos universais. Aplicação universal foi o nome dado pelos programadores independentes no Github quando abordamos no biênio 2010/2011 uma forma eficaz de reaproveitamento do código já criado para iPhone quando o iPad foi lançado. Naqueles idos colegas começaram a reescrever o código na íntegra para o iPad e outros pensaram numa forma de reaproveitar o que já estava pronto. Depois de meses colegas depois de meses colegas europeus implementaram uma fórmula eficaz e todos w os programadores passaram a estudar e seguir esse novo paradigma. Essas são as vantagens na abertura do código, pois conseguimos encontrar as soluções que os grupos de engenheiros muitas das vezes não consegue solucionar.

  2. Hernando Marques 2 anos atrás

    Gostei desse Nextcast, assim como dos outros (acompanho desse o #14). Acredito que em marketing o ipad Pro é concorrente ao Surface, pelo menos pra mim que vai ser difícil comprar um ipad.

  3. Helcio Mariano Pinto 2 anos atrás

    Como não dava para copiar o stand do Surface a Apple se inspirou nisso….

  4. Deilan Nunes 2 anos atrás

    Acho que para a MS a melhor coisa que aconteceu foi a apple ter lançado esse ipad pro… sendo umas das maiores empresas hj, ela define o mercado… ou seja.. varias outras fabricantes vão copiar a apple e esse modelo que a MS ta a muito tempo forçando as fabricantes a adotarem como padrão, e ate agora ela não consegui convencer o mercado que esse modelo – notebook/tablet hibrido – é o melhor… agora com a ajuda da apple, é quase certo que todas as fabricantes vão ter um ” Ipad pro ” … e qual vai ser o SO que elas vao usar?? é certeza que é windows 10

    o android a bastante tempo é focado apenas em Smartphones, em tablets ele é horrível…pior ainda em dispositivos híbridos….

    enquanto o windows já esta ha vários anos se moldando a esse novo modelo de dispositivo…
    A própria MS nao se importa com as vendas do surface, ele é mais usado como um modelo,para que as fabricantes copiem e vejam o q a MS acha que deve ser esse dispositivo… A MS vai vender muito windows 10 pra fabricante – que é o real interesse dela – graças a ajuda da apple e esse ipad pro ai…

    • Deilan Nunes 2 anos atrás

      e o google so cnfirmou isso com o lançamento do pixel c… um surface com android

  5. Jack Silsan 2 anos atrás

    Excelente título hahaha ?

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